Henry David Thoreau
Henry David Thoreau (12 de julho de 1817, Concord, Massachusetts - Concord, 6 de maio de 1862). Escritor norte-americano.
As coisas não mudam; nós é que mudamos.
Para cada mil homens dedicados a cortar as folhas do mal, há apenas um atacando as raizes
Quem mata o tempo injuria a eternidade.
Se você já construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles. Estão onde devem estar. Agora, dê-lhes alicerces.
Para cada mil homens dedicados a cortar as folhas do mal, há apenas um atacando as raízes
Caminhar sem rumo é uma grande arte.
Vale a pena despender dias juvenis e horas preciosas para se aprender algumas palavras de uma língua antiga, que se erguem da trivialidade das ruas para se transformarem em perpétuas sugenstões e provocações.
Pois o que são os clássicos senão o registro dos mais nobres pensamentos do homem?
Uma palavra escrita é a mais fina das relíquias.
Somos uma raça de acanhados homens-pássaros e em nossos vôos intelectuais, elevamo-nos pouco mais alto do que as colunas dos jornais diários.
É a obra de arte que mais se aproxima da vida.
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Os livros são o tesouro precioso do mundo e a digna herança das gerações e nações.
Os homens, em sua maioria, aprendem a ler para satisfazer uma mesquinha conveniência, assim como aprendem a calcular a fim de organizarem sua contabilidade e não serem enganados no comércio, mas sabem pouco ou nada a respeito da leitura como um nobre exercício intelectual.
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Nem todos os livros são tão tediosos quanto seus leitores.
Com a sabedoria aprendemos a ser tolerantes.
Ao invés de nobres, tenhamos nobres aldeias de homens. Se for necessário, deixemos de lado aquela ponte sobre o rio, façamos uma pequena volta e lancemos, ao menos, um arco sobre o abismo escuro da ingonrância que nos cerca.
A lei jamais tornou os homens mais justos, e , por meio de seu respeito por ela, mesmo os mais bem intencionados, transformam-se diariamente em agentes da injustiça.
Eu clamo não já por governo nenhum, mas imediatamente por um governo melhor.
Não é desejável cultivarmos pela lei o mesmo respeito que cultivamos pelo direito.
Mesmo votar em favor do direito não é fazer coisa alguma por ele.
Um povo, tanto quanto um indivíduo, deve fazer justiça, custe o que custar.
O erro mais óbvio e geral, para se sustentar, exige a virtude mais desinteressada.
Como pode um homem satisfazer-se com apenas ter uma opinião e deleitar-se com ela?
Desejo tanto ser um bom vizinho quanto um mau súdito.
Não nasci para ser forçado a nada. respirarei a mau próprio modo.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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